
(vídeos ao final das informações) - (texto alterado às 18h57 para acrescentar informações) - A Polícia Civil prendeu, na manhã deste domingo (14), o terceiro envolvido no assassinato (aqui) do assessor parlamentar e pré-candidato a vereador do PSD de Campos, Carlos Roberto Rocha Ritter, conhecido como Carlão, de 47 anos, ocorrido em 28 de maio. Identificado como Douglas de Souza Silva, de 24 anos (1ª foto acima) e morador do Parque São José, em Guarus, ele é apontado pela polícia como executor. Douglas foi localizado em uma pousada em Marataízes, no litoral do Espírito Santo.
Segundo a Polícia Civil, Douglas prestou depoimento na 134ª DP na tarde deste domingo e confessou o crime, alegando legítima defesa. Um advogado contratado pela família de Douglas acompanhou o depoimento. De acordo ainda com a polícia, Douglas também revelou que, após o crime, a arma usada para matar Carlão foi deixada em um terreno baldio. E para não deixar rastro, queimou a roupa que usou no dia do crime. (Leia mais abaixo)
A Polícia Civil informa também que Douglas e sua mulher retiraram do ar suas páginas das redes sociais após o crime e esconderam seus celulares.
Em nota no fim da tarde deste domingo, a Polícia Civil agradeceu ao Ministério Público (MPRJ) e ao Poder Judiciário: "juntos, foram céleres e extremamente atenciosos ao pleito".
Após prestar depoimento, Douglas foi levado para a Casa de Custódia. A principal linha de investigações é de que ele recebeu dinheiro do mandante, que teria sentido ciúmes de sua ex-namorada com a vítima.
SUSPEITO DE MANDANTE ALEGA INOCÊNCIA – Apesar do motoboy ter confessado que participou do crime e de outras provas obtidas pela Polícia Civil através de imagens de câmeras, o apontado pela polícia como mandante alega inocência. Todavia, os delegados do caso relevaram durante coletiva que um dos acusados de matar Carlão desceu da moto e entrou no carro do suspeito de mandante, um HB20 branco, que, inclusive, foi apreendido.
O suspeito de mandante se manteve calado na 134ª DP/Centro após ser preso na semana passada. O advogado que o representa informou à imprensa que seu cliente é inocente e que só vai falar em juízo. (Leia mais abaixo)
A delegada Natália Patrão, que comanda as investigações ao lado do delegado Bruno Cleuder, chegou a dizer que a polícia está à procura agora de outros possíveis envolvidos no crime, deixando a entender que a busca não é apenas pelo executor. A delegada citou ainda uma mulher, sem, contudo, revelar de que forma ela figura no inquérito que apura o crime.
Duas mulheres já prestaram depoimento sobre o caso, assim como parentes da vítima.
RELEMBRE O CASO: Autores da morte de Carlão presos por policiais da 134ª DP; veja vídeos (Aqui) Caso Carlão: Delegada cita mulher; veja vídeo (Aqui)
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