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sexta-feira, 19 de outubro de 2012 (Foto:Divulgação)

Grupamento Ambiental, da Guarda Civil Municipal, encaminhou a 146ª Delegacia Legal, em Guarus, nesta quinta-feira (18) proprietários de duas carvoarias clandestinas no bairro Codin, que exerciam a atividade sem licenciamentos dos órgãos ambientais competentes. Foram apreendidos, na ocasião, com parceria da Postura Municipal, 70 sacos de carvão, que ficaram sob tutela da Polícia Civil.


Os dois proprietários das respectivas carvoarias foram autuados e conduzidos à unidade policial, onde responderão ao artigo 60 da Lei 9.605/98, Lei de Crimes Ambientais, onde a pena constitui de detenção de um a seis meses, multa ou ambas as penalidades.

Segundo o comandante do Grupamento Ambiental, Marcio Barbosa, o funcionamento da carvoaria era precário, onde as condições de segurança eram impróprias e a atividade gerava em torno de ações ambientalmente incorretas. "Qualquer tipo de multa será definido, a partir de então, pelos órgãos ambientais como o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), de acordo com a legislação que os rege", pontua Márcio.

O subcomandante da Guarda Ambiental, Sávio Tatagiba, explica que a atividade gera prejuízo ao meio ambiente com a supressão contínua de árvores ocorrida na exploração da atividade econômica, acarretando em perda de habitat, fator decisivo para uma diminuição da vida silvestre na região e para a degradação do solo, oportunizando pequenas erosões.

- Além disso, a prática ilegal acarreta  poluição atmosférica pela emissão de gases do efeito estufa, ou seja, o exercício descontrolado da atividade carvoeira traz impactos ambientais graves que atingem a própria biodiversidade local -, destaca.

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