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O Arquivo Público Municipal e a Câmara de Vereadores de Campos iniciaram diálogo para a renovação do convênio de guarda do acervo do jornal Monitor Campista e dos livros de registro da própria Câmara, datados do século XVII. Representantes do Arquivo, a historiadora Rafaela Machado e a restauradora Gabriela Pimentel, estiveram reunidas recentemente com o presidente da Câmara, Marcus Welber Gomes.

Durante a reunião ficou definido que o Arquivo Público fará um relatório com o diagnóstico dos acervos e as necessidades para conservação. O objeto final do convênio é a digitalização de todos os documentos.

— Já existe a identificação desses dois acervos. O que faremos agora será montar um diagnóstico de ambos e as necessidades de intervenção (conservação ou restauração) para que a digitalização seja feita. Essa última etapa, a digitalização, será, sem dúvida alguma, o ponto principal desse trabalho conjunto. É a digitalização que permite, além da preservação das informações do documento, que qualquer pesquisador, em qualquer parte do mundo, tenha acesso àqueles dados — relata.


O jornal Monitor Campista teve sua primeira publicação em quatro de janeiro de 1834 e a última em 15 de novembro de 2009. Após o fim da circulação do jornal, a guarda do acervo ficou com o grupo de mídia que comprou o Monitor Campista em 1936. Posteriormente, foi firmado um convênio para passar esse conteúdo à Câmara de Campos, que através de uma parceria, passou a guarda ao Arquivo Público. O empenho para dar continuidade a este convênio foi ressaltado pelo presidente Câmara.

— Temos interesse em recuperar esse acervo do Monitor, que foi trazido para Campos através da Câmara. Estamos fazendo um primeiro contato para saber em que situação está este material e os demais que foram enviados para a Biblioteca Nacional, através de uma parceria, no intuito de que fossem digitalizados — comentou Marcus Welber.

Aproximadamente 150 livros de registro da câmara também fazem parte do acervo sob guarda do Arquivo. Os documentos remontam ao século ao século XVII e incluem registros, notas, termos de vereança, prisão e soltura (época em que Câmara e Cadeia funcionavam no mesmo prédio) e livro de registro de marcas.

— É um acervo riquíssimo, mas de um universo documental de cerca de 150 livros que poucos passaram por restauração. A ideia é que com a continuidade do convênio entre Arquivo e Câmara esses livros possam ser restaurados e digitalizados — finaliza Rafaela Machado.

Fonte: Comunicação PMCG

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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